Segunda, 15 Fevereiro 2010 15:00
Escrito por Administrador
A exploração de granito assume-se como um dos principais sectores de actividade no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, onde existem cinco empresas de transformação e seis pedreiras, que dão emprego a uma centena de trabalhadores.
Júlio Seco obtém, em média, cinco toneladas por mês de pó de granito, cujos componentes minerais principais são o quartzo, feldspato, mica e anfíbola, refere.
Por seu turno, Amadeu Fortunato, trabalha no barro desde 1987, altura em que pegou na Cerâmica da Marofa e a encontrou totalmente a fabricar por processos manuais, «desactualizada, com mau produto e inviável».
Fortunato começou a automatizá-la na década de 1990, «exclusivamente com tecnologia nacional».
A fábrica de cerâmica tinha então capacidade de produção de 30 toneladas diárias, «metade das quais iam para o lixo», recordou, acrescentando que actualmente possui capacidade para produzir 160 toneladas por dia, apesar de «neste momento não haver consumo para elas».
«Vamos ensaiar agora com cerca de 30 por cento» e seguir com as experiências, que posteriormente serão encaminhadas para o Departamento de Engenharia e Tecnologia do Instituto Politécnico da Guarda.
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